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Ora, isso fez crescer entre os crioulos o sentimento de pertença à raça negra e a incontri donne maduro bari necessidade de combater o racismo.
É neste quadro, em que se começa a mulheres casadas com mulheres consolidar uma consciência anticolonial em alguns setores, que Mário Domingues escreve os seus artigos absolutamente visionários inspirados pelas leituras que faz sobre o movimento identitário dos afro-americanos, diz José Luís Garcia.Nunca mais viu a mãe e, durante anos, por causa da informação que lhe era transmitida pela família paterna, acreditou que morrera quando ele era ainda bebê.Os meios de comunicação influenciam estilos de vida, comportamentos, opiniões, e são, nessa medida, atores de primeiríssimo plano da história, pelo menos a partir da segunda metade do século.Domingues saúda a criação, em 1921, do Partido Nacional Africano (PNA naturalmente anticolonial, que.Mas depois, e até ao começo dos anos 1930, assina a série da colonização portuguesa, transformada num apelo ao belo ideal da independência africana.Porque fica eternamente no meio vê-se inicialmente arredado pelo Estado Novo e pelo salazarismo e, depois, é menosprezado pelo anti-salazarismo e por aquela parte da elite portuguesa que se habituou a menorizar o jornalismo e a literatura de aventuras e de cordel, coisas muito importantes.A República empenha-se em dar continuidade à política colonial da monarquia, que iniciara uma nova fase nas relações com África nas duas últimas décadas do século XIX, com a ocupação militar e administrativa dos territórios ultramarinos, escreve muito antes este investigador do Instituto de Ciências.Falar de brancos e negros implica falar da colonização, e a colonização, mesmo hoje, não pode ser definida senão numa palavra crime, escreve num dos textos desta série em que passa em revista 500 anos de império.Um breve ensaio volta agora a recuperar parte da sua história.O que eles queriam de fato era garantir, tal como a monarquia já queria, que as colônias continuavam a dar matérias-primas baratas e a servir de destino aos produtos que se faziam em Portugal continental, e isto sem levantar problemas.A política faz-se com ideias, linguagens, correntes de opinião, e isso coloca os meios de comunicação no coração do processo.Os militares e administração estavam lá para isso, diz Garcia, lembrando que não se olhava a meios para atingir estes fins.
Escreve o primeiro desses artigos (O ideal da independência, 5 de Julho de 1922) depois de ler outro que o deixou indignado, assinado pelo seu colega Cristiano Lima (Na Feira Mayer.
Isto era o que acontecia com os escravos, não se lhes conheciam apelidos, diz José Luís Garcia, sociólogo que há mais de 20 anos reúne informação sobre o jornalista e escritor Mário Domingues (1899-1977 um dos primeiros que em Lisboa levantou a voz pela independência.




Que a conquistem os negros!Ninguém tem dúvidas disso hoje ou ninguém devia ter.A liberdade não se concede, conquista-se.A estes romances seguiram-se as biografias de grandes vultos da história de Portugal (D.Termina a vida pouco crítico, mas sem deixar o anarquismo, nem a ideia de viver apenas da escrita, condição típica e desgraçada do intelectual do século.São artigos que defendem os direitos humanos em geral e o direito dos negros a serem livres em particular, mas não podem ser isolados de um contexto em que as reivindicações do proletariado também estão muito presentes.Têm ou não os negros direito à independência?O que escreve Mário Domingues logo no primeiro título da série, por seu turno, não deixa dúvidas sobre o que pensa do domínio colonial na África, garantindo ser missão de todos proclamar a verdade corajosamente: O separatismo alojou-se definitivamente no cérebro e no coração.Palgrave Macmillan, 2017 uma edição em inglês que reúne 17 ensaios que analisam as relações entre o poder e a informação e olham para o império português tomando os meios de comunicação como agentes das lutas sociais, políticas e culturais, José Luís Garcia concentra-se.Vários jornalistas do, batalha começam a escrever sobre a corrupção entre os funcionários administrativos das colônias, sobre o tratamento privilegiado que é dado a muitas empresas que têm lá atividade, o racismo, a perseguição aos negros que reivindicam os seus direitos e que têm jornais.E isto tendo ainda no currículo traduções de obras de Charles Dickens e George Eliot.
O Angolense ou, a Verdade ) namoro grátis para o fazer e, sobretudo, sobre o trabalho escravo, explica, expondo um regime de servidão que não é muito diferente daquele em que milhares viviam antes da abolição da escravatura em todo o território português, em 1869.
É neste quadro que Mário Domingues assina no jornal anarquista uma série de artigos denunciadores, alguns deles verdadeiros manifestos, ainda que apoiados em fatos, em que desmonta o sistema colonialista da República e o que o sustenta, defendendo a independência da África.





Noutro texto, o último desta série a que deu o nome.
No artigo de 20 páginas que agora publica no volume.

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