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21 - suruÍ - Nome: Suruí de Rondônia Nomes alternativos: Aikewara, Sororós, Mudjetíre Auto-denominação: Paíter, Paiter Classificação lingüística: Tupi-guarani, Mondé, Suruí População: 264 (Funasa - 2006) Local: Pará, Rondônia, na fronteira entre Rondônia e Mato GrossoOs Suruí foram contatados pela primeira vez em 1969.
Kanela - Outras denominações : Canela, Ramkokamekrá, Apanyekrá, Timbira Língua : Timbira Oriental, da site de pesquisa do exchange Família Jê População :.502 (Funasa - 2008) Local: Maranhão Curiosidade : Os Kanela têm um conjunto de ciclos rituais baseados na família.Conhecer Ubud e os terraços de arroz.Foi diversas vezes evacuado do lugar onde se encontrava, algumas das vezes por motivo de doença.Todos da tribo moram numa imensa casa coletiva e as crianças ocupam um lugar de destaque, suas necessidades são prontamente atendidas e seus pedidos sempre levados em conta.A aquisição de uma casa foi sempre um dos primeiros objectivos, que fez recordar o desenvolvimento habitacional de Loriga, quando da emigração brasileira.
Encontra-se um pouco de tudo e para todos os gostos.




Vivem nesse território em uma única aldeia perto do Rio Iquê.Os Apiaká vivem na margem direita do rio e os Kayabí, na margem esquerda.Sem esquecer passar a ponte para o lado de Ceningan e terminar o dia com um pôr-do-sol na ponta da praia de Jungut Batu.Tidos como os índios mais selvagens e cruéis do Brasil, encheram os portugueses de terror.Poucos sabem bem o português, e o português que sabem serve principalmente para compras e vendas.Apenas a partir da década de 1980 teve início um lento e tortuoso processo de retomada dessas terras, cujo desfecho parece ainda longe, permanecendo a Reserva sub-judice.A maior oferta de postos de trabalho, melhores remunerações, melhores condições de vida, melhor assistência social na doença e na velhice e melhores condições ao ensino e formação profissional dos seus filhos, era a motivação que levou os loriguenses, durante três décadas, a concentraram-se.Repatriado para Portugal em Abril de 2019.
No dia de nomear o(s) filho(s esperam o nascimento do sol, e enfrentando o sol nascente o padrinho escolhido dançará com uma criança em seus braços, tocando um apito feito do osso do pé do gavião-real.
Andam nus, raspam a cabeça, fazem orifícios labiais e auriculares e usam zarabatana.

Pouco se sabe e poucos dados são conhecidos do Rancho Folclórico Loriguense em Sacavém, porque segundo se sabe deixaram de se saber da existência de registos e documentação, por isso, talvez pelo facto de ter estado activo muito pouco tempo.


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